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Professores da rede municipal participam de palestra sobre o TDAH

Publicado em 08/04/2022 | 14:46

Na noite desta quarta-feira, dia 3 de agosto, reuniram-se na EMEF João Antônio da Silva, coordenadores pedagógicos, professores da Educação Infantil, e Ensino Fundamental para uma palestra sobre o TDAH com a professora e psicopedagoga Vânia Maria da Silva Tortelli Prestes.

O evento realizou-se porque o Brasil passa a contar com a Semana Nacional de Conscientização sobre o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), a ser realizada no período que abrange o dia 1º de agosto de cada ano, como forma de conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico e tratamento precoce do transtorno. É o que prevê a Lei14.420, publicada no Diário Oficial da União.

A norma teve origem no projeto de Lei (PL) 4.254/2019, de autoria do deputado Fred Costa (Patriota-MG), aprovada no plenário em 28 de junho, sob a relatoria da senadora Zenaide Maia (Pros-RN), que é médica.

Segundo a Associação Brasileira do Défice de Atenção, o TDAH é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. O TDAH se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Também segundo a entidade, é o transtorno mais comum em crianças e adolescentes encaminhados para serviços especializados: ocorre em 3 a 5% das crianças. Em mais da metade dos casos, o transtorno segue na vida adulta, embora os sintomas de inquietude sejam mais brandos.

O tratamento do TDAH é multimodal, ou seja, uma combinação de medicamentos, orientação aos pais e professores, além de técnicas específicas. A medicação, na maioria dos casos, faz parte do tratamento. O TDAH não é uma doença, portanto, não existe cura para solucioná-lo. Com diagnóstico e tratamento apropriado, é possível que as pessoas que apresentam TDAH tenham um rendimento adequado e uma boa qualidade de vida. Estudos recentes apontam que o tratamento precoce é o ponto chave para que a vida daqueles que têm o transtorno seja mais saudável, produtiva e com mais qualidade, destacou Zenaide Maia no relatório do projeto.